sexta-feira, 9 de julho de 2010

O Preconceito


Ultimamente tenho visto uns preconceitos imensos de pessoas que se julgam muito inteligentes. Se uma pessoa faz algo diferente da demais ela é considerada um “mongolóide” como assim dito por um deles. Ao conversar com essas pessoas todas diziam mais ou menos a mesma coisa: “Bom, pode não ser “mongolóide”, mas deve ser muito triste para ele. E mais uma vez um confronto de pensamentos se iniciava. Um deles mencionou que uma pessoa que passa o dia estudando e não quer ir para uma balada, por exemplo, pode ter problemas mentais por isso. Um absurdo.
A meu ver a pessoa que deixa de dormir para passar a noite dançando e bebendo para aprimorar os conhecimentos é a pessoa mais normal possível. Eu saio para beber mais do que estudo, mas nem por isso considero aquela pessoa que não o faz triste pelo contrario ela adquiri conhecimento, tem coisa mais gratificante? A pessoa que está estudando olha para o cara da balada e pensa a mesma coisa: “Esse cara deve ser muito triste”, são estilos de vida, formas de pensar, nenhuma está certa ou errada é uma escolha.
O problema da sociedade, em particular os jovens, é que os que se dizem normais não aceitam que uma pessoa pode ser feliz e se satisfazer com coisas na qual não esta na moda ou não passa na televisão. Ou uma pessoa que não é considerada normal não aceita que pode haver felicidade no contrario. Nós deveríamos ter o direito de fazer o que bem entender. Jovens têm a mania de excluir da sociedade pessoas que são diferentes. Não por cor, religião ou deficiência física que são as que nós já sabemos que ocorre, mas sim por diferença de estilo de vida, lamentável. O futuro pede progresso e não conseguimos evoluir para conceitos tão básicos de pensamentos.


Obs: As pessoas mencionadas neste texto têm em média entre 15 e 20 anos.

Um comentário:

  1. Porra, muito bom seu layout. Queria eu conseguir algo assim.

    Então, eu sei que quem vai pra balada só é psicologicamente diferente de mim, mas já que eu sou do outro tipo, vou te contar o que pensava (no ensino médio, quando eu era revoltado) do baladeiro de plantão.

    "O cara é tão dementado, a mente é tão vazia, que ele é obrigado a sair pra sacudir o corpo e contrair DSTs, porque senão ele teria que ficar em silêncio, ouvindo o vazio de sua própria mente. Retardado demais pra ver que é retardado.
    Me chamar de lerdo ou de mongoloóide implica dizer que tenho deficiência mental. Só que eu estou usando minha mente, e não jogando ela no lixo. Quem, então, é o mongolóde?"

    Mas assim, cara: não é nem tanto exclusão: são pessoas de tipos diferentes. Se eu resolvesse me entender com um baladeiro, ele falaria de coisas que considero banais e vice-versa. Não é ruim nos agruparmos por afinidade.

    Boa sorte com teu blog...

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